quarta-feira, 21 de junho de 2017

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Operação Lava Jato e seus desdobramentos

Questionada pela PF, que a conduziu coercitivamente para depor no dia da deflagração da Calicute, a advogada afirmou que pode comprovar todos os pagamentos recebidos por seu escritório. 

Ela informou à PF que "atua na advocacia desde 1995; que atua na área cível, trabalhista, societária, órfãos e sucessões, ambiental, em geral, todas as áreas, exceto a criminal".

"Deseja consignar que possui comprovação de todos os serviços prestados e de todos os pagamentos recebidos pelo escritório de todos os seus clientes", afirmou.

Os federais indagaram Adriana sobre a coleção de vestidos que ele adquiriu com dinheiro vivo, ao preço total de R$ 57 mil. Ela declarou que "não tem costume" de comprar vestidos com pagamentos em espécie. Disse, ainda, que "não tem conta no exterior".




Na lista de pagamentos em espécie feitos por Adriana, o Ministério Público Federal apontou para R$ 57.038,00 desembolsados em seis vestidos de festa.


sábado, 27 de junho de 2015

"Tomarei as medidas em defesa da minha honra", diz Edinho

O ministro da Casa Civil disse que não acredita que o noticiário negativo afete os investimentos do país. “Se notícia ruim prejudicasse os investimentos no Brasil. Nós não seríamos o quinto país do mundo a receber investimentos”, opinou Mercadante.

O ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, se disse hoje "indignado" com as acusações feitas pelo presidente da UTC, Ricardo Pessoa, que em delação premiada teria apontado repasses irregulares à campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff, e afirmou que toda a arrecadação eleitoral do comitê da petista foi feita dentro da legalidade.

Edinho foi o tesoureiro da campanha pela reeleição de Dilma. "Me causa indignação que o meu nome tenha sido envolvido em uma delação premiada. Me causa indignação o vazamento seletivo dessa delação premiada e me causa indignação a construção da tese de criminalização, também seletiva, das doações da nossa campanha, quando outras campanhas também receberam doações semelhantes, com o mesmo caráter", declarou Edinho, em coletiva ao lado do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

De acordo com reportagens divulgadas ontem pela revista Veja, Pessoa teria citado, na delação, o nome de 18 pessoas que receberam contribuições dele. Segundo o delator, os repasses, alguns oficiais outros não, foram feitos por receio de perder seus negócios relativos à Petrobras. Entre os que receberam dinheiro, foram citados o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, e o da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Mercadante disse que as duas parcelas relativas às contribuições feitas por Pessoa à sua campanha em 2010 foram legais e estão registradas na Justiça Eleitoral.

O ministro também afirmou que deixou de ir aos EUA porque o governo tem uma semana importante no Senado, com pautas em relação ao ajuste fiscal.

Na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Mercadante informou ter recebido duas doações oficiais das empresas de Pessoa, por meio de transferências eletrônicas. Ambas foram de R$ 250 mil, mesmo valor descrito no documento entregue à PGR.

A primeira contribuição oficial, do dia 29 de julho, foi feita pela Constran Construções. A segunda, da UTC Engenharia, partiu da UTC Engenharia, em 27 de agosto.
Governo pede acesso às investigações da Lava Jato | Brasil 24/7

Jornal do Brasil - País - "Tomarei as medidas em defesa da minha honra", diz Edinho

segunda-feira, 2 de março de 2015

Onda de prisões para manter a ordem: PRF prende 19 caminhoneiros que bloqueavam estradas

A Polícia Rodoviária Federal do Rio Grande do Sul prendeu nesta segunda-feira dezenove caminhoneiros que bloqueavam rodovias do Estado. 

Segundo a PRF, os manifestantes foram detidos por vandalismo nas cidades gaúchas de Pelotas, Tio Hugo, Fontoura Xavier e Camaquã, segundo a Agência Estado.
PRF prende 19 caminhoneiros que bloqueavam estradas - Brasil - Notícia - VEJA.com


sábado, 28 de junho de 2014

Chapas definidas (E fracas) expõe fragilidade dos candidatos no pleito em Goiás

A união de partidos e grupos em torno de nomes vão dar o tom da campanha deste ano, a divisão da oposição enfraqueceu as chapas majoritárias e neste quesito quem se deu melhor foi Iris Rezende (PMDB) que conseguiu trazer para o seu lado o Deputado Federal Ronaldo Caiado (DEM), um peso pesado da política em Goiás. A base aliada do Governador Marconi Perillo tentou até o último instante fritar José Eliton, mas foi barrada em suas pretensões pelo próprio Governador que não autorizou mudanças, o vice é uma figura que soma na campanha, mas é visto com certa insignificância perante o candidato central, José Eliton foi mantido na disputa pelo próprio Marconi e sem o apoio incondicional de toda a base.
Se em 2010 a chapa do PSDB tinha Demóstenes Torres gozando de um prestígio inabalável até então e formou o trio com um apadrinhado de Caiado, o desconhecido José Eliton, para este ano Marconi Perillo terá uma prova de fogo para consolidar outra vitória consagradora como aquela da eleição passada, onde venceu as máquinas Federal (Lula), Estadual (Cidinho) e Municipal (As principais cidades do estado), nesta eleição o Governador estará basicamente sozinho, já que seus parceiros nunca foram campeões de votos e pouco vão ajudar neste pleito.
Marconi Perillo é o maior nome da chapa governista, enfrenta uma rejeição mostruosa e terá a missão de carregar seus parceiros de chapa até a vitória, pois se superar a desaprovação da população pode fazer a diferença em Outubro.
O PT que tudo quer pode acabar sem nada, chapa pura é o melhor que eles conseguiram apresentar para a sociedade, Marina para o Senado já resumiria a fragilidade petista nesta eleição e o desconhecido Tayrone Di Martino seria uma aposta para o futuro. A propagada competência de Antônio Gomide contrasta com a incompetência administrativa do corpo diretivo do PT, que caso um desastre aconteça e o PT vença a eleição, os caciques do partido é que vão ser elevados a condição de administradores do estado, assim como vem fazendo em Goiânia.
Tendo Paulo Garcia como cabo eleitoral, o PT já entra na briga tomando um capote e a menos que a população esteja maluca de pedra eles ganham esta eleição. Oremos!
Vanderlan Cardoso que começou 2014 agitando os bastidores e se apresentando como um nome forte, acaba este período de convenções enfraquecido, e assim como o PT, só ganha a eleição se os votos forem de protesto, já que sem apoio é muito difícil que Vanderlan chegue há algum lugar.
Iris Rezende e conturbado PMDB tanto bagunçaram que acabaram por se dar bem ao montar um chapão para disputar. Se o dinheiro de Friboi poderia dar sustentação na campanha, o prestígio de Iris e Caiado podem fazer a diferença também, já que votos eles tem.
Tanto Iris, quanto Caiado passaram por cima de suas próprias ideias e convicções, os dois juntos e falando o mesmo idioma parecia algo improvável até para o mais otimista dos pemedebistas, mas aconteceu e sabendo superar as diferenças passando essa credibilidade ao eleitor, eles podem sim conseguir levar esta eleição.
Os cabeças de chapas, com sua experiência, credibilidade e poder de convencimento podem fazer toda a diferença nesta eleição, seria ilusão para o Vanderlan depender do apoio de Cidinho para vencer, da mesma forma é difícil imaginar que Vilmar Rocha e José Eliton tenham votos suficientes para fazer a diferença pró Marconi ou que a chapinha do PT possa sustentar a candidatura de Gomide. Apesar de sempre ter vencido Vilmar Rocha, Caiado só é favorito ao Senado, pois não costuma ir bem em eleições majoritárias, por outro lado pode ser considerado um fenômeno nos pleitos proporcionais.
 É a eleição em Goiás segue em aberto, não há um favorito disparado, todas as chapas são deficientes, tem suas fragilidades e contam com a incógnita do que esta pensando o eleitorado que até outro dia exigia uma mudança de postura dos políticos, e não só de um determinado governo, mas de toda a classe política que tem deixado a desejar. 
Em convenção do PT, Gomide afirma que Celg e Saneago serão prioridades, caso eleito | Jornal Opção

segunda-feira, 24 de março de 2014

Pesquisas eleitorais: A frieza dos números embasando decisões que norteiam o caminho a seguir no pleito de Outubro



Pesquisas servem para dar um Norte as campanhas, ajuda os partidos a definir qual é a melhor estratégia, o melhor nome para colocar na disputa e o caminho que deverá ser trilhado até a vitória. 







 Para alguns as pesquisas não querem dizer nada, ainda mais se trouxer indexadores que não lhe interessam, outros acham que é mesmo o termomêtro do que pensa a população naquele instante, transformando a intenção de hoje em voto real amanhã.
Há também aqueles que dizem que as pesquisas só trazem boas notícias para quem encomenda o levantamento, ou seja paga para receber notícias boas, ao tempo em que são enganados por seus próprios desejos. Claro que não é bem assim, pois os institutos depesquisa tem credibilidade e um nome a zelar, não inventam dados só para agradar ao seu consumidor da hora, claro que isso não acontece por que seria um crime. 
Em particular, eu acho que as pesquisas são sim um ótimo instrumento, muito útil para definir caminhos, escolher nomes e até apontar o mote de campanha à ser seguido por partidos e candidatos, é preciso ter a leitura correta dos números apurados, sabendo fazer o uso correto dos resultados, de forma que atenda os anseios dos eleitores, ali representados pelos que responderam as pesquisas.
As últimas pesquisas divulgadas serviram para elevar a moral da base aliada, deixar claro ao Governador que seu grupo político não conta com um plano "B", outro nome à altura do seu para postular uma candidatura, mas também pode ter deixado preocupado o marqueteiro de campanha, já que apesar de liderar, Marconi Perillo apresenta números baixos para um governante que esta em pleno exercício do poder, e diante de uma oposição rachada, que nem tem um nome definido, exceção feita ao PSB de Vanderlan Cardoso que parece decidido a ir para o embate.
Candidato, Marconi Perillo esta, e candidato Marconi Perillo será, as chances dele desistir são praticamente inexistentes hoje, mesmo por que ele não tem escolha neste sentido, pensar em preservar sua biografia de uma possível derrota significa deixar a base aliada na chapada e sem ter um nome para colocar na disputa. 



Assim como acontece no PMDB que não preparou ao longo dos anos um sucessor para substituir Iris Rezende no comando do partido, a base aliada como um todo, também não tem um nome apresentável, que aglutine forças e seja capaz de vencer uma eleição.
A base aliada do governador faz festa com os números divulgados, números esses que não são nenhuma Brastemp, já levantei aqui a questão e outros veículos de imprensa também já traçaram esta linha de raciocínio sobre a densidade política que a chapa de Marconi Perillo vai ter em Outubro deste ano. 
Se em 2010, Marconi Perillo tinha como companheiros na chapa majoritária, nomes como Lúcia Vânia e Demóstenes Torres (Que gozava de um prestígio ímpar em todas as correntes partidárias), que foram campeões de votos e colaboraram sobre maneira para que a chapa vencedora tivesse ainda mais peso, dando naquele momento a credibilidade necessária ao projeto encabeçado por Marconi Perillo, que diga-se de passagem, já era um nome bastante consistente em 2010, mas que sozinho não levaria o PSDB nem para o segundo turno.
Hoje o dilema da base reside justamente ai, nos nomes que estarão ao lado de Marconi Perillo na chapa majoritária, se em 2010, nesta mesma época, o então Senador da República contava com os mesmos números na pesquisa Serpes, significaria dizer que a base esta no caminho certo, mas a realidade interna, diante dos números, é outra. 



Nas vésperas da eleição passada, Marconi Perillo não estava no exercício do poder executivo no estado, o que justificava os números baixos, agora ele é o governador, tá em evidência como gestor, divulgando o seu trabalho e mesmo assim os números são baixos, a rejeição é alta e o pior de tudo é ver nas pesquisas que há no estado um indicativo de que pelo menos 76% do eleitorado não saberia em quem votar. 
José Eliton é o atual Vice Governador, em 2010 foi uma indicação do Deputado Federal Ronaldo Caiado, as línguas ferinas dos aliados de Marconi dizem que os votos dele são na verdade de Caiado, que  o prestígio de José Eliton é apenas interno no Governo, graças ao cargo hierarquico que ocupa, mas no tocante a sua força fora do raio de alcance da vice governadoria e da presidencia do PP, é praticamente inexistente. 
Um dos argumentos para comprovar esta tese de quem desdenha do seu peso político na chapa majoritária, seria a última eleição municipal na cidade de Posse, em que o prestígio do Vice de Marconi não foi capaz de eleger seu pai ao cargo de Prefeito daquela cidade. Outro a compôr a chapa majoritária da base, e que também é motivo de preocupação por parte de aliados, é o provável nome que vai concorrer ao Senado, Vilmar Rocha. 



Tem votos e prestígio político, até mais do que José Eliton, mais ainda assim fica longe de ser um nomão que vá contribuir com milhões de votos para que Marconi Perillo se mantenha no cargo. A base aliada flerta com o DEM, partido de Caiado e que foi menosprezado pelo governo em um tempo recente, consequentemente também tenta aparar arestas e atrair Ronaldo Caiado, o Deputado Federal líder do partido sempre esteve ao lado de Marconi Perillo nos últimos pleitos, para o bem ou para o mal, só não admite esta proximidade publicamente, mas seu partido sempre teve uma queda pelo partido tucano. 
Isso implica dizer que convencer Caiado a compôr com Marconi deixaria a chapa com mais densidade política, talvez sim, mas ao invés de solucionar um incomôdo problema poderia criar outro, já que para ter Caiado na linha de frente será preciso rifar outros nomes, ou pelo menos remaneja-los de postos. 



PSD e PP os partidos de Vilmar Rocha e josé Eliton precisam ser convencidos disso, e terão que concordar em ser colocados em segundo plano, justamente na reta final da pré campanha, o que convenhamos não será tarefa fácil para a base aliada contornar um problema, podendo criar outros, talvez maiores e irreparáveis até o pleito.
Em outra vertente da disputa que se avizinha esta o PSB de Vanderlan Cardoso, que em várias pesquisas se mostra uma candidatura com potencial, mas que pode ser acometida do mesmo mal que assombra a base aliada, pois o ex-prefeito de Senador Canedo é apenas um nome, forte, mas que sozinho não vai chegar a lugar nenhum. 



Faltando pouco mais de seis meses para as eleições, ningu ém é capaz de apontar com exatidão quem serão os nomes de peso que lhe darão suporte, que partidos vão compôr a chapa majoritária junto com o PSB este ano.
Peso político, poder de articulação e uma ótima estrutura financeira é o que conta o PMDB, que por um motivo ou outro não tem transmitido ao eleitor credibilidade suficiente para liderar todas as pesquisas. Iris não se manifesta, Friboi quando o faz não demonstra habilidade para tal, e a esperada união da oposição não acontece, justamente por que o PMDB se apresenta dividido e o reflexo disso é a revitalização da candidatura da situação.
Antônio Gomide só vai na boa, tentou colocar pressão no PMDB, o que parece não ter funcionado, o relógio do tempo não para e quem acaba pressionado é o próprio Gomide, que terá que decidir entre continuar Prefeito de uma cidade importante como Anápolis, ou se arriscar em uma aventura que tem tudo para acabar mal. 



A teimosia de Gomide pode custar caro ao PT, que pode acabar ficando sem nada, caso insista no rompimento da aliança com o PMDB. 
Voltando ao ponto das pesquisas, aquelas que dão o Norte que o trabalho tem que tomar, a base governista tem o que comemorar, apesar dos números pífios, rejeição enorme e indecisão mostruosa; liderar pesquisas em um momento de definição de nomes é algo que de certa forma vai contribuir para que a oposição comece a trilhar o caminho de uma decisão, ao mesmo tempo que a própria base tem que olhar os números e calcular o peso dos nomes apresentados e que vão acompanhar o Governador, se esses nomes vão ajudar a puxar votos ou serão apenas carregados pelos votos de Marconi sonhando conquistar a vitória. 
Fato é que não tem mais para onde correr, o momento de definição esta chegando, não podemos afirmar se a gata vai parir ou se haverá um aborto espontâneo, mas é certo que nos próximos dias alguém vai ter recuar e ceder espaço para que as coisas comecem de fato a ganhar corpo.











G1 - Modelo baleada se recupera e planeja casamento em Goiás: 'Nasci de novo' - notícias em Goiás

sábado, 22 de março de 2014

Prefeito chinelinho dá sinais que vai começar a trabalhar - Prefeitura de Goiânia anuncia corte de secretarias e comissionados

Ao que tudo indica, Paulo Garcia vai sair da zona de conforto, deixar os chinelinhos de lado e começar a trabalhar em prol de Goiânia, e de sua própria biografia, já que hoje ele esta conseguindo superar Pedro Wilson como o pior gestor que a capital já teve.

Uma tarefa dificílima por tudo o que fez (ou deixou de fazer) Pedro, enquanto esteve à frente da Prefeitura de Goiânia. 

A prefeitura de Goiânia anunciou, nesta sexta-feira (21), o corte de 737 cargos - dos quais 350 comissionados -, além da extinção de sete secretarias e uma autarquia. Segundo o prefeito Paulo Garcia (PT), a expectativa é que os cortes com despesas das pastas resultem em uma economia de R$ 15 milhões aos cofres públicos em uma ano. No mesmo período, o corte de cargos deve representar redução de R$ 41 milhões.

"Estamos contribuindo mais do que com a redução econômica-financeira, da economia de dinheiro, estamos contribuindo com a otimização da gestão", afirmou o prefeito. Paulo Garcia salientou que os cortes são resultado do trabalho de uma cosultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de uma comissão da prefeitura. "Não são consequências de nenhum processo atual. São consequências de processos que nós já havíamos planejado há mais de ano", pontua.
Leia mais: G1 - Prefeitura de Goiânia anuncia corte de secretarias e comissionados - notícias em Goiás


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

DECISÃO DO TJ FAZ CÂMARA de GOIÂNIA VOLTAR A TER VOTAÇÃO SECRETA. A população só perde com a decisão

Os nomes dos Vereadores que trabalham contra a
população não seriam conhecidos se a votação tivesse
sido secreta, uma tremenda bola fora do judiciário     
Nestas os Vereadores, mesmo aqueles que votam com suas consciências e geralmente contra a população, não tem culpa no cartório.

O assunto que dominou os debates hoje na Câmara, foi a volta do voto secreto para a apreciação de vetos do Prefeito. O presidente da Casa, vereador Clécio Alves-PMDB comunicou aos colegas parlamentares, a decisão do Tribunal de Justiça do Estado, de declarar a inconstitucionalidade do artigo nº 103,§ 4º do Regimento Interno da Casa e do artigo 94,§ 5º da LOM-Lei Orgânica do Município.

O artigo 103 do regimento Interno estabelece “obrigatoriedade” de votação nominal para apreciação de vetos e o artigo 94 da LOM prevê que o veto será rejeitado por maioria absoluta dos vereadores, em votação nominal. A decisão cautelar do tribunal suspende a eficácia da expressão “votação nominal”, ou seja, segundo o entendimento da Procuradoria da Câmara, “a apreciação do veto deverá ser promovida em escrutínio secreto”, consoante o que dispõe o artigo 23 da Constituição Estadual.

Alguns vereadores reagiram indignados e queriam manter a votação nominal . O verador Elias Vaz-PSB disse que questionará judicialmente a decisão. O presidente Clécio Alves afirmou que cabe ao Poder Legislativo acatar e cumprir a decisão mas, disse que já havia solicitado uma Audiência com o presidente do Tribunal de Justiça para que sejam esclarecidas todas as dúvidas com relação à sentença.

VOTO ABERTO

Clécio disse lamentar a decisão porque “ esta Casa foi a primeira no Brasil a eliminar a votação secreta. Agora disse ele, somos obrigados a” engatar marcha a ré”, e não é esta a postura que a sociedade cobra dos políticos, pelo contrário, disse ele, a população quer saber a postura dos seus eleitos, quer que mostre a cara na hora de votar.

A decisão foi proferida no final do ano passado e até então, não haviam vetos a serem votados. A decisão do voto secreto foi comunicada pelo presidente em razão de haver três vetos a serem apreciados na pauta de hoje. Apesar das críticas, tanto da oposição quanto da situação em relação à volta do voto secreto para vetos, os vereadores acabaram mantendo os três , com a abstenção do vereador Paulo Magalhães .

VETOS

Por 12 votos sim e 14 não, foi mantido veto ao projeto de lei do Executivo que “Estima e fixa a Receita e fixa a Despesa do Município de Goiânia para o exercício de 2014. O outro também do Executivo, mantido por 18 votos contra 11 é o PPA –Plano Plurianual , que trata das diretrizes para o desenvolvimento da Cidade no próximo quadriênio-2014/2017. Os vetos foram parciais, apenas às emendas aprovadas pelos vereadores aos dois projetos .

Também foi mantido veto ao projeto de autoria do vereador Geovani Antonio-PSDB, que exigia para os estabelecimentos de locação de veículos, a apresentação de comprovante de propriedade de seus veículos registrados e licenciados no município de Goiânia. O prefeito Paulo Garcia-PT alega nas razões do veto, que “a matéria sobre licença e funcionamento de estabelecimentos comerciais está regulamentada pela Lei Complementar nº 014/92 (Código de Posturas), a qual traz em seu art.112, § 2º, os documentos necessários à sua concessão.” 
(Silvana Brito Martins) (Diretoria de Comunicação)

Câmara Municipal de Goiânia

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Na Prefeitura e Câmara Municipal de Goiânia todos são "contra corrupção", desde que não se apurare as denuncias

Até hoje de manhã, o requerimento de Elias Vaz contava com sete assinaturas além da sua. São necessárias doze. 

Que se faça justiça aos vereadores Thiago Albernaz (PSDB), Tatiana Lemos (PCdoB), Dra Cristina (PSDB), Geovani Antônio (PSDB), Virmondes Cruvinel Filho (PSD); Djalma Araújo (SDD); e Dr Gian (PSDB) que não fugiram a sua responsabilidade de representar a população e não o prefeito na casa de leis.

Entre os vários assuntos que pautaram primeira sessão deste período legislativo de 2014, está o requerimento do vereador Elias Vaz-PSB propondo a criação de uma CEI- Comissão Especial de Inquérito para averiguar denúncias de irregularidades na Administração da Companhia de Urbanização de Goiânia- COMURG.

Segundo Elias, há muito surgem denúncias de irregularidades na administração daquela empresa. O problema é antigo e anterior à atual administração, afirma Elias. Porém, diz ele, os fatos recentes noticiados pelos jornais, se revelam insustentáveis e não é mais possível aguardar providências do Poder Executivo, merecendo uma investigação séria e contundente, uma vez que se trata de empresa pública.

Entre as irregularidades o vereador aponta algumas como os “ altos salários pagos de forma ilegal, contratos de aluguel de caminhões , horas extras pagas de forma irregular, privilégios de alguns funcionários, sindicato ligado à empresa, fazendo agiotagem entre outros fatos gravíssimos,” afirmou Elias.

O vereador entende que a Câmara não pode ficar omissa, sob pena de cometer crime de prevaricação, ou seja, de não cumprir com a obrigação legal de fiscalizar atos ilegais praticados por empresas públicas.

ASSINATURAS

A formalização da CEI esbarra no número de assinaturas necessárias para a sua aprovação. É preciso que pelo menos 12 vereadores assinem o requerimento para que ele seja apresentado em Plenário . Até o momento Elias conseguiu sete assinaturas além da sua: Tatiana Lemos- PC do B, Djalma Araújo-SDD, Virmondes Cruvinel Filho-PSD e de quatro membros do PSDB, Dra. Cristina, Dr. Gian, Geovani Antonio e do líder Thiago Albernaz. Também deverá assinar, o vereador Pedro Azulão Júnior-PSB.

O Bloco Moderado ficou de decidir ainda hoje, em reunião a ser realizada agora à tarde, se apóia ou não a instalação da CEI. Portanto, dependendo da decisão dos quatro membros, que estão divididos, a CEI será ou não criada. O novo líder do Bloco, vereador Divino Rodrigues, já adiantou que sua posição pessoal é contra a realização de CEIs em ano eleitoral. 
(Silvana Brito Martins) (Diretoria de Comunicação)



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